“Tentei culpar o universo, até cheguei a supor que ele não estava a nosso favor. Culpei as estrelas, as fases da lua, e os ventos do destino. Joguei nossa culpa emcima de tantas coisas que não faziam menor sentido. O universo nem percebe nossa existência. As estrelas nem vivem mais, a lua é rria e neutra, e, o vento só faz tudo fluir suavemente. A culpa era nossa, sempre será. O orgulho tomou a voz da razão, negou o que havia dentro do nosso coração e agora vivemos a saudade, ou, melhor dizendo. Sobrevivemos.”